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Aids em idosos na Paraíba tem queda de 56% em 2018

Atualmente, carca de 35 milhões de pessoas vivem com o vírus do HIV em todo o mundo, segundo o relatório da Unaids, um programa conjunto das Nações Unidas para combate ao HIV e Aids. No Estado, desde 2016 cercade 90 idosos, entre homens e mulheres, foram diagnosticados com HIV e Aids, sendo certificado apenas uma morte em decorrência do vírus.

Segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado, 14 casos foram notificados esse ano, apresentando uma queda de 56% comparada ao mesmo período do ano passado Responsável por atacar o sistema imunológico e deixar o corpo suscetível a inúmeras infecções, a Aids é causada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), transmitido durante o ato sexual e ainda sem cura. Nem todos os portadores do vírus desenvolvem a doença no decorrer da vida e, apesar do crescimento envolver jovens entre 14 e 29 anos, as taxas envolvendo idosos é preocupante, pois o vírus é ainda mais agressivo em um corpo mais debilitado.

O Conselho Municipal da Pessoa Idosa é o órgão responsável por desenvolver políticas, programas e projetos que colaboram para a participação da pessoa idosa na família e na sociedade, principalmente orientações voltadas para a sexualidade nessa fase da vida.

A presidente do conselho, Nelsonete Gonçalves, afirma que o trabalho para conscientização e orientação dos idosos é feito regularmente, principalmente após o aumento significativo da doença na última década. No início do mês passado, em homenagem ao Outubro Rosa, foi realizado o simpósio contra o câncer de mama feminino e masculino, com orientações voltadas para os perigos da não utilização de preservativos a as consequências das doenças sexualmente transmissíveis, como o vírus do HIV e a Aids.

“É muito difícil para a população idosa ter consciência sobre o uso do preservativo, principalmente para os homens que utilizam estimulantes sexuais. A campanha se torna ainda mais esquecida para as mulheres, visto que são consideradas assexuadas e inativas por não poderem gerar filhos, mas acontece que a maioria das transmissões ocorre quando os parceiros têm a relação desprotegida fora de casa e transmite para as esposas”, ressaltou.

Em todo o Estado – Em 2016, através da Secretaria de Saúde do Estado, o teste rápido para sífilis, HIV, hepatites B e C foi implantando em 223 municípios da Paraíba. O SAE – Serviço de Atenção Especializada faz a distribuição de medicamentos em unidades específicas para pessoas diagnosticadas e que estejam em tratamento, além disso, oferece serviços ambulatoriais disponíveis para toda a população.

Fonte: PB Agora