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Camisinha funciona?

A camisinha pode proteger contra as DST e a Aids?

Diversos estudos confirmam a eficiência da camisinha na prevenção da Aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis.

Pesquisa realizada nos Estados Unidos demonstrou que o uso correto e sistemático da camisinha em todas as relações sexuais previne em 95% a transmissão do HIV.

Outro estudo realizado nos EUA mostrou que o HIV não pode atravessar a camisinha. O látex foi ampliado 2 mil vezes (utilizando-se de microscópio eletrônico) e não foi encontrado nenhum poro. Examinou-se, também, as 40 marcas de preservativos mais utilizadas em todo o mundo, ampliando 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum apresentou poros.

Quanto à possibilidade de a camisinha estourar durante o ato sexual, pesquisas sustentam que as taxas de rompimentos são inferiores a 1%, e que o fato dela arrebentar deve-se muito mais ao uso incorreto do que falha do produto em si.

O dado mais convincente sobre a efetividade da camisinha foi demonstrado por estudo realizado entre casais onde um dos parceiros estava infectado pelo HIV e o outro não. Foi demonstrado que com o uso consistente do preservativo a taxa de infecção pelo HIV nos parceiros não infectados foi menor que 1% ao ano. O uso correto e consistente da camisinha contribui, de forma concreta, desde a prevenção de enfermidades até a gravidez indesejada.

Esses estudos mostram que o uso correto da camisinha protege contra as doenças sexualmente transmissíveis e a Aids.


Atenção: os textos e imagens desta página foram adaptados e extraídos do site do Programa Nacional de DSTs e Aids – www.aids.gov.br, do Ministério da Saúde.